A força dos aposentados e aposentadas do SINTEP-PB na luta pela Educação
Texto publicado na edição de 2026 da Revista Vitalidade, da CNTE, destaca a trajetória das aposentadas e dos aposentados do SINTEP-PB. A publicação representa o reconhecimento de uma atuação permanente: homens e mulheres que dedicaram parte significativa de suas vidas à educação pública e continuam contribuindo com sua memória, experiência e participação nos espaços de decisão.
As conquistas alcançadas ao longo de 52 anos de caminhada demonstram que direitos são frutos da mobilização coletiva. A incorporação integral da Bolsa-Desempenho, o cumprimento do PCCR e do artigo 38, além da defesa das garantias previdenciárias, são pautas históricas construídas pelo sindicato junto a esse segmento.
A coordenadora da Secretaria de Aposentados e Aposentadas do SINTEP-PB, professora Frances Zenaide, ressalta que essa presença vai além das reivindicações. “Está também no que buscamos promover por meio de encontros, atividades culturais, debates, formação, participação social e convivência. Está na poesia, na memória, na transmissão de conhecimentos e na disposição de continuar contribuindo para uma educação pública mais valorizada e democrática”, enfatizou.

Para Frances, a aposentadoria não significa afastamento da luta, mas a manutenção de uma bagagem que inspira novas gerações. O novo perfil da população com mais de 60 anos fortalece o protagonismo desse grupo no movimento sindical, assumindo um papel cada vez mais ativo no enfrentamento ao etarismo e nas disputas sociais.
As aposentadas e os aposentados da educação paraibana estão integrados à gestão executiva e às diretorias regionais do SINTEP-PB. Também atuam na representação política em conselhos de direitos, na educação popular e em diversos espaços de participação social, entre outros.
A reportagem “Experiência que segue em movimento”, publicada na Revista Vitalidade, reafirma que a busca pela valorização profissional, pela garantia das conquistas e por um ensino público de qualidade é um processo contínuo. Mesmo diante dos desafios e da discriminação por idade, essas profissionais e esses profissionais seguem engajados, representando uma força vital de resistência contra retrocessos e em defesa de uma sociedade mais justa e igualitária.
Confira aqui o conteúdo completo da Revista Vitalidade: