Sintep-PB participa de atos do 8 de Março e reforça luta por direitos e proteção às mulheres
Integrantes da diretoria do Sintep-PB participaram, neste domingo (8), das manifestações realizadas em João Pessoa e Campina Grande em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Os atos reuniram participantes de diferentes movimentos e organizações, que destacaram a importância do 8 de Março como um momento de reflexão, resistência e reivindicação por mais segurança, direitos e igualdade.
Em João Pessoa, o ato unificado teve início às 15h, na Biblioteca Anayde Beiriz, localizada no Parque das Três Ruas, no bairro dos Bancários. Em seguida, as/os participantes realizaram uma caminhada até a Praça da Paz, levando cartazes e faixas com reivindicações por mais proteção, justiça para as vítimas de violência e ampliação de direitos. A mobilização foi encerrada com uma programação cultural no início da noite, que contou com diversas atrações musicais.
Simultaneamente, em Campina Grande, foi realizado no período da tarde um ato político-cultural no Museu dos Três Pandeiros. A atividade reuniu mulheres trabalhadoras em educação da região, professoras da ativa, aposentadas e integrantes da Frente de Mulheres, entre outras organizações.
Durante as mobilizações, as diretoras do Sintep-PB em suas falas defenderam a ampliação de políticas públicas para a promoção da igualdade de gênero e o enfrentamento da violência contra as mulheres. Também lembraram as vítimas de violência de gênero e reforçaram a necessidade de fortalecer ações de proteção às mulheres, além de pautas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6×1.
De acordo com a coordenadora da Secretaria de Relações de Gênero do Sintep-PB, professora Fernanda França, haverá em todo estado durante o mês de março programação voltada às mulheres. O Sintep-PB estará realizando no dia 27 de março um seminário em parceria com a CUT-PB e a UFPB, com o tema do direito à vida e da ampliação da representação política das mulheres. Em breve, o link para inscrições será divulgado. Ela reafirmou a importância da participação de todas no sentido de construir uma agenda permanente de luta contra todas as formas de violência.