Sintep-PB participa de mobilização nacional pelo fim da escala 6×1 e reforça defesa da redução da jornada de trabalho
Nesta sexta-feira (20/03), dia nacional de mobilização pelo fim da escala 6×1, o Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação da Paraíba (Sintep-PB) marcou presença na atividade realizada na Lagoa, no Centro de João Pessoa, dialogando com a população e com trabalhadores e trabalhadoras sobre a importância de superar esse modelo de jornada que precariza a vida da classe trabalhadora.
Representando o sindicato, o secretário de comunicação do Sintep-PB, professor Joel Martins Cavalcante, participou da mobilização e conversou com trabalhadores e trabalhadoras sobre os impactos da escala 6×1 na saúde, no convívio familiar, no descanso e no direito ao lazer. A atividade integrou a jornada nacional de lutas em defesa de relações de trabalho mais humanas, justas e equilibradas.
Para o Sintep-PB, a escala 6×1 é um modelo exaustivo e injusto, que impõe seis dias consecutivos de trabalho para apenas um de descanso, comprometendo a qualidade de vida e ampliando o desgaste físico e mental da classe trabalhadora. O sindicato defende o fim desse regime e reafirma a luta pela redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, sem redução salarial, como uma medida necessária para garantir dignidade, saúde e valorização para quem vive do trabalho.
Segundo o professor Joel Martins Cavalcante, a mobilização é fundamental para ampliar a consciência social sobre a urgência dessa pauta. “O fim da escala 6×1 é uma necessidade urgente para a classe trabalhadora. Não é apenas uma discussão sobre carga horária, mas sobre saúde, dignidade, convivência familiar e direito ao descanso. O Sintep-PB está nessa luta porque entende que defender melhores condições de trabalho é também defender justiça social e qualidade de vida para o povo trabalhador”, destacou.
O Sintep-PB reforça que a luta pelo fim da escala 6×1 dialoga com uma pauta histórica da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e com a defesa de um novo modelo de organização do trabalho, baseado em direitos e valorização humana. Para o sindicato, reduzir a jornada e garantir mais tempo de vida para os trabalhadores e trabalhadoras é um passo importante na construção de uma sociedade mais justa e democrática.