• Postado: 19 August 2021
  • Categoria: Notícias

SINTEP-PB cobra 14ª GRE sobre denúncias de destrato contra professora

O SINTEP-PB recebeu uma denúncia de professores e alunos da Escola Dr. Augusto Trindade, localizada no Sítio Camaratuba, distrito de Mamanguape, de que a gestora  Maria do Carmo Floriano Pereira (conhecida como Cacá) tem agido de forma desrespeitosa e arbitrária. Ela teria, inclusive, chegado ao limite de, em uma reunião pedagógica, constranger uma professora afirmando que esta usa remédios controlados tarja preta e que tem problemas emocionais, pelo simples fato de a professora discordar da conduta da diretora dentro da escola. Sofrendo represálias, piadas e atitudes descabidas, a professora veio até a representação do SINTEP-PB na 14ª Regional para fazer um desabafo, tornando público o caso.

Por exemplo, no dia 11 de agosto, Dia do Estudante, os professores foram “convocados” a irem à escola para realizar atividades e recreações com os alunos, expondo à saúde de alunos e professores, no contexto de pandemia que estamos inseridos.

A escola é um local de inclusão, de ética, uma casa de formação, mas a gestora vem tornando o local um ambiente de exclusão, criando grupos de WhatsApp, selecionando professores, incluindo somente os funcionários que lhes parecem simpáticos, sejam-lhes submissos, que façam as atribuições e demandas dela, pois a própria vive constantemente repassando seu trabalho para os outros, alegando “nunca ter feito isso”, “não sei fazer.”

Expressões do tipo “enquanto você bater de frente comigo, será tratado assim”  estão se tornando corriqueiras entre os corredores da escola, demonstrando a fragilidade e a incapacidade desta gestora para exercer um cargo de tamanha relevância e responsabilidade.

O prédio da instituição está com as paredes sujas, pias quebradas, portas de sala de aula necessitando de conserto, sequer uma pintura ou qualquer reparo na escola foi feito há anos. Mesmo assim, não há atitude, por parte da direção, para cobrar da 14ª GRE os reparos necessários.

O SINTEP-PB exige uma posição da Gerência Regional de Educação em relação a esta situação humilhante e seguirá acompanhando o caso.